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Saúde e mercado imobiliário redefinem escolha de consultórios em Ribeirão Preto

HP News

A forma como médicos e instituições escolhem onde atender está mudando — e não é pouco. Em Ribeirão Preto, a decisão deixou de ser apenas operacional e passou a envolver estratégia, posicionamento e experiência do paciente. Com a cidade consolidada como polo regional de saúde, atendendo uma macrorregião de cerca de 1,75 milhão de pessoas, cresce a busca por espaços que vão além do consultório tradicional. Estrutura, localização e conveniência passaram a ser fatores decisivos. Esse movimento acompanha uma transformação maior do mercado. Segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras, o setor imobiliário movimentou R$ 980,9 bilhões em 2025, impulsionado por novos modelos de ocupação e investimentos. Ao mesmo tempo, o segmento de saúde e bem-estar cresce globalmente, reforçando a demanda por ambientes mais qualificados. Do consultório isolado ao hub de saúde A tendência atual aponta para a integração. Consultórios isolados dão lugar a espaços inseridos em hubs multifuncionais, que reúnem serviços, tecnologia e praticidade em um único endereço. É nesse cenário que surge o World Trade Center Ribeirão Preto. Conectado ao RibeirãoShopping, o empreendimento segue o conceito de Life Center, integrando trabalho, serviços, moradia e lazer. As torres comerciais oferecem desde salas para consultórios até estruturas maiores para clínicas e centros médicos completos, acompanhando a evolução da demanda do setor. Veja também: Guilherme Arantes emociona Ribeirão Preto com show de clássicos no Multiplan Hall SBT anuncia nova liderança regional para emissoras de Ribeirão Preto e Jaú Experiência do paciente no centro Segundo Augusto Collaço, diretor comercial da Copema, o mercado já responde a esse novo perfil:“Promover uma experiência completa ao paciente, com segurança e comodidade, é uma tendência consolidada. O mercado imobiliário precisa acompanhar esse movimento.” A estrutura desses empreendimentos inclui diferenciais como elevadores para maca, heliponto, gerador privativo e fluxos independentes — elementos que impactam diretamente na eficiência e na segurança do atendimento. Conexão global e valorização profissional Outro ponto estratégico é a conexão internacional. Integrado à rede World Trade Centers Association, presente em mais de 90 países, o projeto amplia possibilidades de networking, inovação e expansão para profissionais da saúde. Mais do que uma tendência imobiliária, o movimento reflete uma mudança de mentalidade: o endereço passa a ser parte da experiência e do cuidado com o paciente.

29 de abril de 2026 / 0 Comentários
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Mercado imobiliário amplia estratégias e reforça papel como ferramenta de investimento

HP News

O mercado imobiliário brasileiro vive um momento de evolução, impulsionado pelo aumento do interesse por estratégias que vão além da compra tradicional de imóveis. Cada vez mais, investidores buscam alternativas que combinem geração de renda, valorização e planejamento patrimonial de longo prazo. Dados do Índice FipeZAP indicam que, em 2025, a rentabilidade média total do setor residencial foi de 5,96% ao ano, resultado da soma entre valorização dos ativos e rendimento com locação. Nesse cenário, o setor passa a se posicionar como uma alternativa mais estruturada dentro das estratégias financeiras. Em Ribeirão Preto, a EW Incorporações reorganizou seu portfólio com foco em soluções que integram diferentes formas de retorno. A proposta é acompanhar o investidor em diversas fases, oferecendo alternativas que unem geração de fluxo de caixa, valorização e reinvestimento. Segundo Eduardo Esteves, sócio-proprietário da empresa, o imóvel deixou de ser apenas um ativo estático. “Hoje, o mercado permite composições estratégicas que envolvem geração de renda, valorização e reinvestimento, com mais clareza e alinhamento aos objetivos de cada investidor”, afirma. Veja também: Concurso literário da FIL abre inscrições e reforça diálogo entre gerações em Ribeirão Preto Feirinha Mirim estreia em Ribeirão Preto com foco em leitura e infância longe das telas Do imóvel passivo ao ativo estratégico A mudança no comportamento do investidor reflete uma lógica mais dinâmica. O imóvel passa a ser tratado como parte de um portfólio, dialogando com conceitos típicos do mercado financeiro, como diversificação, previsibilidade e gestão ativa. Essa transformação abre espaço para soluções que combinam diferentes fontes de ganho em um mesmo ativo, ampliando a flexibilidade na tomada de decisão. Modelos para diferentes perfis Entre as soluções estruturadas pela incorporadora, destacam-se modelos que atendem perfis variados: A proposta reflete um movimento mais amplo do setor, que passa a oferecer alternativas mais flexíveis e estratégicas, acompanhando a evolução do perfil do investidor brasileiro.

22 de abril de 2026 / 0 Comentários
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Planejamento urbano impulsiona qualidade de vida no interior

HP News

A discussão sobre qualidade de vida nas cidades passa, cada vez mais, pelo planejamento urbano. No interior paulista, esse movimento tem ganhado força com empreendimentos que vão além da moradia e incorporam infraestrutura, mobilidade e espaços de convivência. Nesse contexto, a Pafil Empreendimentos, que completa 25 anos em 2026, destaca sua atuação com projetos voltados ao desenvolvimento urbano integrado. A proposta é unir habitação, serviços e bem-estar em projetos que contribuam para cidades mais organizadas e funcionais, acompanhando a crescente demanda por qualidade de vida fora dos grandes centros. O que caracteriza um empreendimento urbano planejado? Uma das questões centrais é: o que diferencia um projeto planejado de uma construção tradicional? Segundo a empresa, os empreendimentos são pensados para integrar diferentes aspectos da vida urbana, como acessibilidade, mobilidade e convivência social. A ideia é criar espaços que não apenas atendam à necessidade de moradia, mas que também favoreçam o dia a dia dos moradores. Um exemplo é o Villa Manacás, em Jardinópolis, primeiro empreendimento da Pafil na cidade, desenvolvido com foco em segurança, integração entre moradores e qualidade de vida. Veja também: RIBEIRÃO 170 ANOS: COMEMORAÇÃO DURANTE O ANO TODO João Rock 2026 abre pré-venda com desconto para clientes BB Como esses projetos impactam as cidades? Outro ponto importante é: qual o impacto desses empreendimentos no desenvolvimento urbano? A proposta desses projetos é contribuir para a formação de cidades mais estruturadas, com melhor aproveitamento dos espaços e maior organização urbana. Além disso, eles ajudam a impulsionar o desenvolvimento econômico e a atrair novos moradores e investimentos para a região. De acordo com o CEO da Pafil Empreendimentos, Julio Souza, cada projeto deve gerar valor para a comunidade onde está inserido. Ele destaca que o objetivo é oferecer moradia aliada a serviços, lazer e integração social, fortalecendo o papel do planejamento urbano na transformação das cidades. Interior paulista ganha destaque no mercado imobiliário O crescimento desse tipo de empreendimento também acompanha uma tendência do mercado: a valorização de cidades do interior como alternativa para morar e investir. Segundo a empresa, há uma demanda crescente por projetos que ofereçam bom custo-benefício aliado à qualidade de vida, consolidando o interior como um polo atrativo para novos investimentos imobiliários. Sustentabilidade e inovação fazem parte dos projetos Além da estrutura urbana, os empreendimentos também incorporam iniciativas voltadas à sustentabilidade, inovação e educação, ampliando o impacto positivo nas comunidades. Com atuação em municípios do interior paulista e do Triângulo Mineiro, a Pafil reforça a proposta de contribuir para cidades mais completas, organizadas e com melhores condições de desenvolvimento social e econômico. Na sua opinião, o que mais faz diferença na escolha de um lugar para morar: localização, infraestrutura ou qualidade de vida?

25 de março de 2026 / 0 Comentários
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Estudo vai mapear dinâmica imobiliária de Ribeirão Preto

Cobertura de Eventos

Um estudo inédito pretende traçar um panorama detalhado do mercado imobiliário de Ribeirão Preto. A iniciativa é do Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB), da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), que apresentou a fase inicial do levantamento durante encontro realizado na sede da entidade no último dia 25, reunindo empresários e representantes da imprensa. A proposta do estudo é identificar padrões territoriais, distorções e defasagens no comportamento do mercado imobiliário da cidade. O levantamento faz parte de uma nova fase de atuação do instituto, que amplia sua produção de dados econômicos com apoio de economistas e matemáticos. Segundo o economista-chefe do IEMB-Acirp, Nelson Rocha Augusto, o objetivo é fortalecer o papel técnico do instituto na geração de informações que possam apoiar o desenvolvimento econômico e o planejamento urbano. De acordo com ele, a proposta é produzir dados confiáveis que auxiliem a sociedade e os tomadores de decisão, sem que o instituto atue diretamente na formulação de políticas públicas. Como será feito o mapeamento do mercado imobiliário? Uma das principais questões do estudo é entender como diferentes regiões da cidade evoluem em termos de valorização ou perda de valor ao longo do tempo. O levantamento seguirá metodologia internacional validada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os dados serão obtidos por meio de convênio em tramitação com a Prefeitura de Ribeirão Preto, e a etapa de análise deverá levar cerca de quatro meses após o início da coleta. A pesquisa irá mapear imóveis em toda a mancha urbana da cidade, analisando fatores como valor de mercado, localização, características estruturais e infraestrutura disponível no entorno. Estudo também vai identificar vazios urbanos Outro ponto importante da pesquisa é identificar os chamados vazios urbanos, que incluem terrenos ociosos, imóveis subutilizados ou edificações degradadas em regiões já consolidadas da cidade. Esse tipo de situação pode gerar efeitos em cadeia no desenvolvimento local. Entre os impactos apontados estão a redução da atratividade para novos investimentos, a desvalorização imobiliária no entorno e a diminuição da atividade comercial em determinadas áreas. Bairros tradicionais e densamente ocupados, como Campos Elíseos e Jardim Paulista, também devem fazer parte da análise, justamente para compreender por que algumas regiões mantêm dinamismo econômico enquanto outras passam por períodos de estagnação. O estudo também prevê uma comparação entre os valores de referência utilizados pelo poder público e os valores praticados no mercado imobiliário, ampliando a compreensão sobre a evolução das diferentes áreas da cidade. Segundo o economista Lucas Ribeiro, do IEMB-Acirp, a pesquisa foi pensada como um processo contínuo, que poderá incorporar novas perguntas e análises ao longo do tempo. Veja também: Programa Selo Verde 2026 abre inscrições para empresas em Sertãozinho ShoppingSantaÚrsula promove programação especial no mês da mulher Parceria com a USP amplia acesso a dados Durante a apresentação do projeto, também foi anunciada a assinatura de um convênio entre a Acirp e a Universidade de São Paulo (USP), por meio do Instituto de Estudos Avançados. A parceria permitirá ao instituto acesso a uma das mais completas bases de dados da América Latina, ampliando o potencial de análises econômicas realizadas pelo departamento. Dados econômicos também passam a ser disponibilizados a empresas Outra novidade divulgada pelo IEMB-Acirp é que empresas associadas à entidade passam a ter acesso a dados macroeconômicos semanais por meio de convênio firmado com o Banco Ribeirão Preto (BRP). Segundo Nelson Rocha Augusto, essa parceria permitirá que empresários tenham acesso a análises econômicas qualificadas e premiadas, oferecendo base técnica para decisões estratégicas com maior segurança. Na sua opinião, quais regiões de Ribeirão Preto mais têm se valorizado nos últimos anos?

16 de março de 2026 / 0 Comentários
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Personalização de imóveis cresce antes da entrega das chaves

HP News

Comprar um imóvel hoje já não é só ter a chave na mão. É entrar e sentir que o espaço tem identidade. Esse movimento explica o crescimento da personalização de apartamentos ainda na planta — tendência que vem ganhando força também aqui em Ribeirão Preto. Dados recentes do marketplace Mundo da Casa, ligado ao grupo MRV&CO, mostram que cerca de 10 mil clientes personalizaram acabamentos em 2025, gerando mais de R$ 116 milhões em receita. Em média, 1 a cada 7 compradores opta por customizar o imóvel. Em Ribeirão, o índice chama atenção: chega a 1 em cada 4 clientes. A proposta é simples: o morador escolhe pisos, revestimentos e detalhes antes da entrega do apartamento. Quando recebe a chave, tudo já está pronto. Isso evita obra posterior, reduz desperdício e ainda facilita planejamento financeiro. Veja também: HELÔ TE CONTA DE SERTÃOZINHO Bloco Califórnia 2026 movimenta pré-carnaval regional Outro ponto interessante é a praticidade. Em vez de lidar com fornecedores diferentes após a mudança, o processo acontece durante a construção. Isso economiza tempo, reduz entulho e traz mais previsibilidade — algo que muita gente valoriza hoje. Claro que o sonho da casa própria continua sendo emocional. Mas, cada vez mais, ele vem acompanhado de decisões estratégicas: conforto, estética, sustentabilidade e funcionalidade no dia a dia. Eu vejo isso como reflexo de um consumidor mais consciente. A casa deixou de ser só patrimônio. Virou experiência, bem-estar e identidade. 👉 Se você comprasse um imóvel hoje, personalizaria antes de receber as chaves?

6 de fevereiro de 2026 / 0 Comentários
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