Mostra permanece no empreendimento de 03 a 29 de junho, no Setor Imigrantes; entrada é gratuita O RibeirãoShopping recebe, a partir desta terça-feira, 03 de junho, a exposição “Voluntários do Sertão: Há 25 anos abrindo novos caminhos”, que apresenta um recorte da trajetória do projeto que, desde o ano 2000, transforma vidas no interior do Brasil por meio de ações voluntárias nas áreas médica, odontológica e social. A mostra acontece no Setor Imigrantes, em um espaço gratuito e aberto ao público, e poderá ser visitada até o dia 29 de junho. Veja Também ! Entre Mulheres: o conflito de gerações e a maternidade real A exposição reúne fotografias e textos que documentam o trabalho realizado por milhares de profissionais voluntários que, ao longo de mais de duas décadas, atuaram em comunidades carentes do sertão brasileiro. As imagens revelam o impacto das ações, a emoção dos encontros e as histórias de vida que marcaram as edições do projeto. “A exposição convida o público a conhecer de perto um trabalho inspirador, que alia solidariedade, profissionalismo e compromisso social. É também uma oportunidade de reconhecer e valorizar aqueles que dedicam seu tempo e talento para transformar a realidade de quem mais precisa”, destaca Maira Lisa Ferrari, gerente de marketing do RibeirãoShopping. Criado em 2000 pelo empresário Doreedson Pereira, conhecido como Dorinho, o projeto Voluntários do Sertão começou com a distribuição de brinquedos e cestas básicas a comunidades carentes do sertão baiano. Ao longo dos anos, a iniciativa ampliou sua atuação e se consolidou como uma das maiores mobilizações voluntárias do país. Atualmente, o programa oferece atendimentos médicos e odontológicos gratuitos, realiza pequenas cirurgias, promove palestras educativas e distribui kits de saúde e higiene pessoal, contribuindo para a promoção da dignidade e da qualidade de vida de milhares de brasileiros em situação de vulnerabilidade. Sobre o RibeirãoShopping Inaugurado em 5 de maio de 1981, o RibeirãoShopping foi o primeiro shopping center de Ribeirão Preto, o segundo da rede Multiplan e um dos primeiros no Brasil, totalizando 44 anos de uma trajetória com oito bem-sucedidas expansões e a construção de um moderno Centro Médico. Um dos maiores geradores de empregos da cidade e da região, o RibeirãoShopping oferece mais de 5 mil empregos diretos. Com todas as suas qualidades, os consumidores podem resolver tudo que precisam em um só lugar com conforto e praticidade, desfrutando das comodidades que o shopping oferece.
A Dra. Odine Bechara participou de um bate-papo esclarecedor no Programa Heloisa Pedrosa sobre dor orofacial e acupuntura.
A Dra. Odine Bechara participou de um bate-papo esclarecedor no Programa Heloisa Pedrosa sobre dor orofacial e acupuntura. Heloisa Pedrosa E como a gente adora, tem que convidá-la para conversar, porque quando o assunto é saúde e bem-estar, pra mim, falou em acupuntura, tem que chamar a doutora Odine Bechara. A doutora Odine Bechara é sempre bem-vinda para mais um bate-papo com muito conhecimento e informação boa, não é mesmo? É um prazer estar sempre aqui, bater papo, construir saúde e dar dicas importantes para nosso telespectador ficar mais por dentro de como se cuidar. Construir saúde de forma natural é sempre um prazer muito grande. Você é linda, está sempre viajando, com agenda cheia, mas não vamos perder a oportunidade de saber mais desses temas que você tanto domina. Veja Também ! Entre Mulheres: o conflito de gerações e a maternidade real Dra. Odine Bechara Quase sempre as pessoas não entendem muito bem, mas a acupuntura é uma especialidade. É verdade. A acupuntura é uma especialidade odontológica desde 2015, quando o nosso Conselho reconheceu essa área. Muito disso foi graças aos trabalhos científicos realizados. Quando você busca informação científica, você encontra tratamentos dentro da odontologia que podem usar a acupuntura como ferramenta efetiva, especialmente na minha área, que é a dor orofacial. Heloisa Pedrosa Quando você fala da acupuntura como especialidade e traz sua formação em odontologia, talvez eu compreenda com mais facilidade, por já te conhecer. Antigamente – e aqui uso essa palavra como uma maneira minha de falar do “antes” – a odontologia era vista apenas como tratamento de cárie ou canal. Não se falava tanto sobre as questões relacionadas à cabeça, onde estão os dentes, e todas as situações que vêm dali em diante e podem causar dor. Soube que o dia 16 de maio é considerado o Dia Nacional da Conscientização da DTM e da dor orofacial. Doutora Odine, se foi criado um dia nacional, não é para comemorar, é para alertar. Então, do que estamos sendo alertados? Dra. Odine Bechara Essa data foi criada pelos conselhos e pela Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial para conscientizar a população. Pasme: entre 30% e 33% das pessoas no Brasil sofrem de dor orofacial. Isso equivale a quase 70 milhões de brasileiros. Muita gente convive com dor e acaba se acostumando. Isso é terrível. Muitas vezes, nas minhas avaliações, escuto: “Ah, essa dor é normal.” Mas dor não é normal. Sempre digo isso nos meus vídeos: não se acostume com a dor. Essa data me deixou muito contente justamente por isso: ela chama atenção para o fato de que precisamos aprender a ouvir o corpo. Nosso corpo é um todo. Os meridianos estão presentes no corpo inteiro, e a dor orofacial pode ser incapacitante. Muitas vezes, ela está associada a outras comorbidades. O objetivo do Dia Nacional da Disfunção Temporomandibular (DTM) e da Dor Orofacial é nobre: fazer com que as pessoas comecem a reconhecer os sintomas. Heloisa Pedrosa Se eu estou com dor no rosto… Que situações fazem a pessoa perceber que a dor que sente pode ter relação com a DTM? Dra. Odine Bechara A DTM é multifatorial. Ela está relacionada à ATM – articulação temporomandibular. É ela que ajuda na mastigação, fala e outros movimentos. Se você sente dor na mandíbula, na região temporal (músculos usados para mastigar), se percebe dor ao falar ou mastigar, esse já é um indício para procurar ajuda. Muitas pessoas sentem dores de cabeça por tensionarem o músculo temporal sem saber. Essas dores podem ser confundidas com cefaleia tensional, dores cervicais… Tudo está interligado. A porção ascendente do trapézio, por exemplo, fez parte da minha pesquisa de mestrado. Ela influencia e pode gerar dores referidas. Por isso, precisamos entender os sinais. São mensagens que o corpo envia de que algo está errado. Heloisa Pedrosa A acupuntura, dentro dessa visão odontológica, pode ajudar bastante, certo? Dra. Odine Bechara Sim. A acupuntura permite observar emoções que se manifestam em sinais físicos. Por exemplo: a raiva. Você sentiu raiva de algo e tensionou toda a musculatura, como no trânsito, esperando o farol abrir. Se a pessoa for bruxista, piora ainda mais. O bruxismo também é uma dor orofacial. Vamos pensar: hora a dor está dentro da boca, hora fora. É essencial que, diante de dor, o dentista avalie se há restaurações mal adaptadas, contatos prematuros, pequenos degraus… tudo isso pode gerar dor muscular. Temos também casos de pulpite (inflamação da polpa do dente), que causam dor intensa. São sinais que precisam ser avaliados rapidamente. Já recebi no consultório pacientes com dor que pareciam ser de dente, mas na verdade eram dores referidas, ou seja, não vinham diretamente do dente. Em alguns casos, como pericoronarite, inflamações precisam ser tratadas rapidamente. Essas condições podem mascarar a dor verdadeira. Heloisa Pedrosa E como fazer essa investigação? Dra. Odine Bechara Com uma boa anamnese, aquela avaliação empática, de escuta ativa. Preciso me colocar no lugar do outro, entender sua dor. Trabalhar com dor não é fácil. Dores crônicas muitas vezes têm relação com a história de vida, com “pesos” que a pessoa carrega. Heloisa Pedrosa Odine, para quem já entende do tema, imagino o privilégio de ser atendido por você. Você montou um espaço de terapia integrativa e se abriu ainda mais para ajudar na busca pela qualidade de vida e saúde. Dra. Odine Bechara Se você sente que algo não está bem, que precisa cuidar de si, se sente angústia, dor de cabeça frequente, dores na mandíbula, sinais recorrentes no sono (como acordar sempre no mesmo horário), são indícios de que algo está em desequilíbrio. Se essas questões tocam você ou se ficou curiosa, entre em contato comigo. Na minha bios (no Instagram), tenho todas as informações. Meu telefone é 997230136. Atendo na Rua Capitão Adelmo Norberto da Silva, nº 570, salas 25 e 26. Temos uma estrutura completa, pronta para acolher com carinho e ajudar você a construir saúde e viver, intensamente, as infinitas possibilidades. Heloisa Pedrosa E assim a gente
Saúde íntima da mulher é tema do bate-papo entre Heloisa Pedrosa e a fisioterapeuta pélvica Dra. Daniella Leiros.
Heloisa Pedrosa E o tema de saúde e bem-estar… Quando o assunto é saúde da mulher, a gente não pode perder jamais a oportunidade de conversar com ela, a querida Daniella Leiros, a nossa doutora, fisioterapeuta pélvica. Seja bem-vinda! Hoje, vamos falar de um tema curioso. Sabemos que, com o tempo de experiência, atendimentos e vivências, você tem muito a contribuir. Pensando nas mulheres, especialmente mães, elas passam pela gestação. Algumas optam pela cesariana, outras pelo parto normal. E aí vem aquela história, até meme em cima das mulheres: afinal de contas, o canal vaginal, depois que um bebê passa por ele, fica largo? Ou isso é mito? Veja Também ! Entre Mulheres: o conflito de gerações e a maternidade real Daniella Leiros Mito! Mito global, vamos já tranquilizar todo mundo. A musculatura, sim, sofre alterações durante a gestação, porque ela está sustentando tudo — o peso do bebê, a placenta, o líquido amniótico… E os hormônios deixam a musculatura mais frouxa e relaxada. Então, independentemente de ser cesariana ou parto vaginal, essa musculatura vai estar mais frouxa e sofrer alterações. Só o fato de engravidar já faz a mulher sentir aquela frouxidão, aquela sensação estranha. Se houver parto vaginal, é uma musculatura com grande capacidade de alongamento — diferente de qualquer outra do corpo. Um trapézio, um bíceps femoral, por exemplo, alongam até 120–150% do seu tamanho original. Já o assoalho pélvico pode chegar a 250%. Ou seja, ele é muito mais flexível, mas precisa ser treinado. Para isso existe a fisioterapia pélvica, para que possamos trabalhar esse músculo adequadamente. Heloisa Pedrosa Mas mesmo com esse treinamento, pode haver rasgos ou alargamento? Daniella Leiros Pode, sim. Depende do tempo que o bebê ficou no canal, da velocidade com que passou, se foi puxado, como entrou. São muitas variáveis. Mas, com cuidados adequados e fisioterapia, essa musculatura volta ao lugar. É como no braço: se o tríceps está mole, a gente treina e ele volta. O assoalho pélvico é igual. A fisioterapia pélvica ajuda — e você não precisa viver com desconforto, dor na relação ou incontinência urinária. Isso tudo é sinal de que a musculatura não está funcionando bem. Procure ajuda! Heloisa Pedrosa Quando falamos do corpo da mulher, especialmente da genitália, parece que há sempre uma resistência. É como se estivéssemos falando apenas de sexo. Daniella Leiros Exatamente. Há uma confusão entre corpo e sexualidade. E isso vira até motivo de xingamento. Quando um homem quer ofender uma mulher, ele diz que o canal vaginal dela está “largo”. Isso é ofensivo. O homem tem o órgão exposto. A mulher, por ser interna, esconde. E aí vêm os julgamentos: “você usou demais”, como se o uso deixasse a região “aberta demais”. Mas isso é mito. Músculo volta ao normal com treino. Agora, se há medo, ele trava — e isso também causa dor. Tensão no trapézio causa dor. No assoalho pélvico, também. Pode doer até para cruzar as pernas, para sentar, ou até no ato de urinar. Será que você faz xixi na posição correta? Tudo isso a fisioterapia pélvica aborda com você. Heloisa Pedrosa E por que virou um hábito fazer o “pique”, aquele corte para facilitar a saída do bebê? Daniella Leiros Desconhecimento — tanto da equipe técnica quanto das próprias mulheres. Quando viram que rasgava, pensaram: “vamos abrir logo para facilitar”. Era o medo da desinformação. Mas o bebê respira pelo cordão umbilical. Mesmo comprimido no canal vaginal, ele não vai morrer por falta de ar. A musculatura se adapta ao tamanho do bebê. A equipe técnica foi aprendendo isso. Se há alteração nos batimentos cardíacos do bebê, aí sim é preciso agir rápido. Às vezes, é necessário o uso de fórceps ou vácuo, e aí a episiotomia (o corte) é feita para salvar vidas — não por rotina. Antigamente se fazia isso em todo mundo. Hoje, sabemos que só se usa com o bebê baixo, na reta final. É evolução do conhecimento. Heloisa Pedrosa Muito bom! E para encerrar, faz um convite para quem está nos ouvindo? Daniella Leiros Claro! Aproveite esse momento de aprendizado. Venha se conhecer melhor, aprender sobre seu corpo, se conectar com você mesma. Visite nossa clínica, marque uma avaliação. Veja se está tudo bem com você. Conhecimento é poder. Heloisa Pedrosa Mais um bate-papo incrível com Daniella Leiros, reforçando a importância de cuidar da saúde da mulher. Clique e Assista a matéria completa!
Entre Mulheres: o conflito de gerações e a maternidade real
Heloísa Pedrosa realizou, no dia 19 de maio, uma edição especial do projeto Entre Mulheres Business . O encontro, realizado no Shopping Santa Úrsula, trouxe à tona reflexões profundas sobre o universo feminino — com destaque para o conflito de gerações e as múltiplas faces da maternidade contemporânea. As convidadas Nianara Bighetti e Gisele Siqueira compartilharam vivências marcadas por desafios, julgamentos e aprendizados. O bate-papo foi direcionado especialmente às mulheres que conciliam o papel de mães com as exigências do mundo profissional. Veja Também ! ShoppingSantaÚrsula recebe série de encontros com mulheres inspiradoras durante o mês de março Conflitos que atravessam gerações A apresentadora Heloísa Pedrosa, ao abrir o evento, destacou a importância de compreender as transformações sociais e comportamentais entre as gerações. “Faço parte de uma época em que o termo usado era ‘mãe solteira’, não ‘mãe solo’. A mudança de linguagem já diz muito sobre como nos comunicamos e nos enxergamos”, afirmou. Ela ressaltou que, apesar de buscar se adaptar às novas visões de mundo, ainda se depara com dificuldades para acompanhar plenamente os códigos das gerações mais jovens. “Mesmo sendo antenada, presente nas redes sociais e atualizada, ainda não consigo ficar 100% na mesma vibe que meus filhos”, desabafou. Maternidade real e culpas silenciosas A jornalista Nianara Bighetti, emocionou o público ao relembrar a maternidade precoce e os conflitos vividos nos bastidores da televisão. “Comecei a trabalhar quando minha filha tinha apenas dois meses. Durante muito tempo, minha rotina era apresentar programas com ela no camarim sendo cuidada pelo meu pai e colegas de trabalho”, contou. Ela enfrentou críticas, inclusive de familiares, por levar a filha ao ambiente profissional. “Não tinha estrutura nem babá. Era o que eu podia fazer para continuar exercendo minha profissão com dignidade”, revelou. Com o tempo, Nianara percebeu o impacto dessa exposição no olhar da filha. “Maria Júlia cresceu vendo o lado real da TV. Não o lúdico, mas o trabalho duro. Ela nunca viu a comunicação como glamour, e sim como esforço”, explicou. O conflito interno como ponto de partida A Mentora em Neurocomunicação Gisele Siqueira, trouxe uma abordagem mais emocional. Segundo ela, o verdadeiro conflito começa dentro de nós. “Antes de falarmos sobre gerações, precisamos olhar para o que vibra em nós. Muitas vezes, estamos tão preocupadas em atender expectativas externas que nos desconectamos de quem realmente somos”, afirmou. Ela destacou como os filhos funcionam como espelhos emocionais. “Meu filho Francisco, de 11 anos, sempre reagia com mais agitação quando eu estava ansiosa ou sobrecarregada. A criança sente o que a gente vibra, não o que a gente diz”, refletiu. Em busca de autonomia e reconciliação O evento foi encerrado com a mensagem de que compreender as próprias emoções e aceitar as imperfeições da jornada é essencial para promover relações mais saudáveis. “Quando reconhecemos nossos conflitos internos, conseguimos lidar melhor com o outro — seja filho, parceiro ou colega de trabalho”, concluiu Heloísa. O “Entre Mulheres” de maio reafirmou o propósito do projeto: criar um espaço acolhedor para escuta, troca e aprendizado. Um lembrete de que toda mulher tem o direito de escrever sua própria história com autenticidade, sem culpa e com poder. Assista a matéria completa!
Circo Abracadabra estreia em Ribeirão Preto com mais de 50 artistas em cena
Heloisa Pedrosa visitou o Circo Abracadabra, que está em temporada exclusiva em Ribeirão Preto. “É um espetáculo que une figuras importantes do cenário digital e da história da televisão. Vamos entrevistar Dedé Santana, Diego Hypólito e Tio Paulo”, conta ela. O circo está montado próximo ao novo shopping na rodovia da cidade. Veja Também ! Entre Mulheres: o conflito de gerações e a maternidade real Circo ‘Abracadabra’ traz mais de 50 artistas em cena, com uma orquestra formada por 10 músicos e dois cantores que executam ao vivo toda a trilha sonora. O espetáculo foi premiado duas vezes em 2024, sendo eleito o Melhor Circo do Brasil. Expectativa e emoção no Circo Abracadabra Tio Paulo, dentista e influenciador com mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais, fala da alegria de participar do espetáculo. “Estou muito feliz em dividir o palco com Dedé Santana e Diego Hypólito. Nosso objetivo é ver a casa cheia e o público sorrindo ao entrar e sair do circo. Felicidade é uma questão de prioridade para nós.” Dedé Santana: uma lenda em cena O ator, humorista, apresentador e cineasta Dedé Santana, eternizado por sua participação em Os Trapalhões, comenta a experiência. “É uma honra dividir o palco com esses talentos. O circo renova o amor e a esperança em tempos difíceis. Ribeirão Preto é uma cidade que me recebe muito bem, e o Abracadabra traz muita alegria para todos.” Diego Hypólito: ginasta e campeão olímpico Diego Hypólito, ginasta campeão mundial e medalhista olímpico em 2016, compartilha sua empolgação. “É um sonho participar deste espetáculo. O Circo Abracadabra une gerações e oferece um show emocionante, que mistura esporte, arte e música.” Circo Abracadabra um espetáculo para toda a família Com mais de 50 artistas, o Circo Abracadabra é reconhecido como o Melhor Circo do Brasil em 2024. A produção conta com uma equipe de mais de 160 profissionais, garantindo qualidade e magia em cada apresentação. Ingressos com preços acessíveis estão disponíveis. Além disso, o circo oferece meia entrada mediante doação de um quilo de alimento, reforçando seu compromisso social. O Circo Abracadabra está pronto para encantar Ribeirão Preto. Venha viver essa experiência mágica e transformar seu dia. Assita a matéria completa!
