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Rodada de negócios da Acirp abre agenda empresarial de 2026

Agenda de Eventos

Empresários de Ribeirão Preto terão uma nova oportunidade de ampliar conexões e gerar negócios no início de abril. A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) promove, no dia 8 de abril, às 8h30, a 1ª Rodada de Negócios de 2026, por meio do Programa Empreender. O encontro será realizado no prédio da entidade, na Avenida Saudade. A proposta do evento é estimular a troca de serviços, fortalecer o networking e criar oportunidades comerciais entre empresas de diferentes segmentos, em um formato dinâmico e voltado a resultados práticos. Como funciona a rodada de negócios? Uma das dúvidas mais comuns é: como acontece, na prática, a dinâmica do evento? O modelo adotado é rotativo. Cada participante tem até um minuto para apresentar seus produtos ou serviços. Em seguida, ocorre a troca de mesas, permitindo que todos tenham contato com diferentes empresas ao longo da programação. Ao todo, os participantes passam por sete mesas, sempre com grupos de sete pessoas por rodada. O formato foi pensado para garantir objetividade e ampliar a visibilidade de cada negócio. Durante as apresentações, não é permitido o uso de materiais projetados, como vídeos ou apresentações em PDF. Por outro lado, a entrega de cartões e materiais impressos, como flyers, está liberada. Veja também: ShoppingSantaÚrsula promove programação especial no mês da mulher RIBEIRÃO 170 ANOS: COMEMORAÇÃO DURANTE O ANO TODO Quem pode participar do evento? Outra pergunta importante é: quem está apto a participar da rodada? O evento é aberto a proprietários, gerentes, líderes, gestores e vendedores que tenham autonomia para negociação. Cada edição disponibiliza 49 vagas, com limite de até dois representantes por segmento. Segundo a presidente da Acirp, Sandra Brandani, a iniciativa tem foco em resultados concretos para as empresas participantes, estimulando conexões que possam se transformar em negócios. Como fazer a inscrição? As inscrições devem ser realizadas pelo WhatsApp (16) 99384-6457 e são confirmadas por ordem de chegada. Após a inscrição, os participantes recebem orientações por e-mail. A participação é gratuita para associados adimplentes da Acirp. Empresas não associadas podem optar por se associar ou participar mediante o pagamento de uma taxa única de R$ 120,00. Além disso, há um incentivo para associados que indicarem novos participantes. Caso a empresa indicada se associe, o associado que fez a indicação recebe isenção da próxima mensalidade. Programação e networking O credenciamento começa às 8h30, com início das apresentações às 9h. O encerramento está previsto para as 11h, seguido de um coffee break, que amplia o tempo de interação entre os participantes. A Rodada de Negócios integra as ações da Acirp voltadas ao desenvolvimento empresarial local, com foco na geração de oportunidades e no fortalecimento do ambiente de negócios na cidade. Você já participou de rodadas de negócios ou eventos de networking para ampliar suas conexões profissionais?

24 de março de 2026 / 0 Comentários
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Escala 6×1: Acirp alerta para impacto em pequenas empresas

Cobertura de Eventos

A discussão sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil tem mobilizado representantes do setor produtivo. Em Ribeirão Preto, a Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) manifestou preocupação com os possíveis impactos da mudança da escala 6×1 sobre micro e pequenas empresas, especialmente diante das propostas que tramitam no Congresso Nacional. Segundo a entidade, o debate sobre a modernização da jornada é legítimo e envolve temas importantes, como qualidade de vida e saúde dos trabalhadores. No entanto, a associação alerta que mudanças sem planejamento podem gerar efeitos negativos para empresas de menor porte, que representam grande parte da atividade econômica do país. Por que a redução da jornada preocupa o setor empresarial? Uma das principais dúvidas levantadas no debate é: quais seriam os efeitos da redução da jornada semanal sem corte salarial? De acordo com levantamento divulgado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a redução da jornada de 44 para até 36 horas semanais, sem diminuição de salários, pode trazer dificuldades especialmente para micro e pequenas empresas. Esse segmento representa cerca de 80% do empresariado nacional e também a maioria dos associados da Acirp. Entre os possíveis impactos apontados pelas entidades estão o aumento de custos operacionais, o risco de fechamento de empresas de menor porte, o crescimento da informalidade e até demissões. Outro efeito mencionado é o repasse de custos ao consumidor, com possível aumento de preços. Diante desse cenário, aproximadamente 100 entidades empresariais, incluindo a CACB e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), divulgaram um manifesto nacional propondo a modernização da jornada de trabalho sem comprometimento do emprego. Veja também: Semana Shopping Lover leva ofertas e benefícios ao RibeirãoShopping e ao ShoppingSantaÚrsula ShoppingSantaÚrsula promove programação especial no mês da mulher Manifesto propõe ajustes por setor e negociação coletiva Outro ponto central da discussão é: como equilibrar a modernização da jornada com a sustentabilidade das empresas? O manifesto apresentado pelas entidades propõe que eventuais mudanças sejam discutidas de forma gradual e adaptadas às diferentes realidades econômicas. Entre os princípios defendidos está a possibilidade de ajustes por atividade econômica ou por meio de negociação coletiva, permitindo que escalas e turnos sejam definidos conforme as necessidades de cada setor. As organizações também destacam a importância de que o debate ocorra com planejamento e fora de períodos eleitorais, para evitar decisões precipitadas. Na avaliação da presidente da Acirp, Sandra Brandani, qualquer alteração na legislação trabalhista precisa considerar a viabilidade econômica das empresas. Segundo ela, mudanças que não levem em conta ganhos reais de produtividade podem comprometer a sustentabilidade dos negócios e afetar o nível de emprego. Propostas sobre jornada de trabalho em discussão O tema também está presente em diferentes propostas que tramitam no Congresso Nacional. Atualmente, a PEC 8/2025 prevê a redução da jornada semanal de 44 para 36 horas, sem redução salarial. Já a PEC 40/2024 propõe um modelo mais flexível baseado no total de horas trabalhadas, enquanto a PEC 148/2015 trata da redução gradual da jornada até o limite de 36 horas semanais. Além dessas iniciativas, o Governo Federal já sinalizou a elaboração de uma nova proposta a ser encaminhada ao Congresso sobre o tema. A Acirp afirma que acompanha o debate e reforça a importância de diálogo entre o poder público, o setor produtivo e a sociedade para que eventuais mudanças preservem o equilíbrio econômico, a geração de empregos e a competitividade das empresas. Na sua opinião, a redução da jornada de trabalho pode trazer mais qualidade de vida ou gerar dificuldades para empresas e empregos?

16 de março de 2026 / 0 Comentários
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Estudo vai mapear dinâmica imobiliária de Ribeirão Preto

Cobertura de Eventos

Um estudo inédito pretende traçar um panorama detalhado do mercado imobiliário de Ribeirão Preto. A iniciativa é do Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB), da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), que apresentou a fase inicial do levantamento durante encontro realizado na sede da entidade no último dia 25, reunindo empresários e representantes da imprensa. A proposta do estudo é identificar padrões territoriais, distorções e defasagens no comportamento do mercado imobiliário da cidade. O levantamento faz parte de uma nova fase de atuação do instituto, que amplia sua produção de dados econômicos com apoio de economistas e matemáticos. Segundo o economista-chefe do IEMB-Acirp, Nelson Rocha Augusto, o objetivo é fortalecer o papel técnico do instituto na geração de informações que possam apoiar o desenvolvimento econômico e o planejamento urbano. De acordo com ele, a proposta é produzir dados confiáveis que auxiliem a sociedade e os tomadores de decisão, sem que o instituto atue diretamente na formulação de políticas públicas. Como será feito o mapeamento do mercado imobiliário? Uma das principais questões do estudo é entender como diferentes regiões da cidade evoluem em termos de valorização ou perda de valor ao longo do tempo. O levantamento seguirá metodologia internacional validada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os dados serão obtidos por meio de convênio em tramitação com a Prefeitura de Ribeirão Preto, e a etapa de análise deverá levar cerca de quatro meses após o início da coleta. A pesquisa irá mapear imóveis em toda a mancha urbana da cidade, analisando fatores como valor de mercado, localização, características estruturais e infraestrutura disponível no entorno. Estudo também vai identificar vazios urbanos Outro ponto importante da pesquisa é identificar os chamados vazios urbanos, que incluem terrenos ociosos, imóveis subutilizados ou edificações degradadas em regiões já consolidadas da cidade. Esse tipo de situação pode gerar efeitos em cadeia no desenvolvimento local. Entre os impactos apontados estão a redução da atratividade para novos investimentos, a desvalorização imobiliária no entorno e a diminuição da atividade comercial em determinadas áreas. Bairros tradicionais e densamente ocupados, como Campos Elíseos e Jardim Paulista, também devem fazer parte da análise, justamente para compreender por que algumas regiões mantêm dinamismo econômico enquanto outras passam por períodos de estagnação. O estudo também prevê uma comparação entre os valores de referência utilizados pelo poder público e os valores praticados no mercado imobiliário, ampliando a compreensão sobre a evolução das diferentes áreas da cidade. Segundo o economista Lucas Ribeiro, do IEMB-Acirp, a pesquisa foi pensada como um processo contínuo, que poderá incorporar novas perguntas e análises ao longo do tempo. Veja também: Programa Selo Verde 2026 abre inscrições para empresas em Sertãozinho ShoppingSantaÚrsula promove programação especial no mês da mulher Parceria com a USP amplia acesso a dados Durante a apresentação do projeto, também foi anunciada a assinatura de um convênio entre a Acirp e a Universidade de São Paulo (USP), por meio do Instituto de Estudos Avançados. A parceria permitirá ao instituto acesso a uma das mais completas bases de dados da América Latina, ampliando o potencial de análises econômicas realizadas pelo departamento. Dados econômicos também passam a ser disponibilizados a empresas Outra novidade divulgada pelo IEMB-Acirp é que empresas associadas à entidade passam a ter acesso a dados macroeconômicos semanais por meio de convênio firmado com o Banco Ribeirão Preto (BRP). Segundo Nelson Rocha Augusto, essa parceria permitirá que empresários tenham acesso a análises econômicas qualificadas e premiadas, oferecendo base técnica para decisões estratégicas com maior segurança. Na sua opinião, quais regiões de Ribeirão Preto mais têm se valorizado nos últimos anos?

16 de março de 2026 / 0 Comentários
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Acirp discute aplicações práticas da NRF 2026 para o varejo

HP News

Quem vive o varejo sabe: tendência só faz sentido quando vira prática. É com esse olhar que a Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) promove, no dia 5 de fevereiro, às 18h30, o encontro “Pós NRF 2026: aplicações práticas para o seu negócio”, iniciativa da Distrital Sul da entidade. Com entrada gratuita e vagas limitadas, o encontro se propõe a traduzir os principais aprendizados da National Retail Federation (NRF) — maior evento mundial do varejo, realizado anualmente em Nova York — para a realidade dos empresários da região. A ideia é clara: menos teoria distante, mais aplicação no dia a dia da loja, da marca e da operação. Para a presidente da Acirp, Sandra Brandani, esse movimento é essencial. Segundo ela, a NRF antecipa tendências que impactam diretamente o varejo global, e o papel da entidade é aproximar esse conhecimento dos empresários locais, mostrando caminhos possíveis e viáveis para diferentes portes de negócio. Veja também: FIL de Ribeirão disputa votação popular por mais livros em 2026 Aos 71, francano transforma saudade em música autoral O que estará em pauta A mediação do encontro será feita por Fabiana Borges, empresária e superintendente da Distrital Sul da Acirp. Entre os convidados estão nomes com forte atuação no varejo e na inovação: Os painéis abordam temas como comportamento do consumidor, experiência de compra, comunicação, arquitetura comercial e estratégias digitais — tudo com foco em decisões práticas para o varejo físico e omnichannel. A NRF é reconhecida como o maior termômetro global do setor, reunindo líderes e marcas para discutir inovação, crescimento sustentável e competitividade. O encontro da Acirp funciona, na prática, como um filtro: o que faz sentido aplicar agora e como adaptar essas tendências à realidade local. 👉 O que você mais quer aprender com a NRF: tecnologia, experiência do cliente ou estratégias de venda?

30 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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Distrital Centro da Acirp comemora 24 anos de atuação

HP News

A jornalista Renata Carvalho ladeada por Sandra Brandani, presidente da Acirp, e Paulo Laimgruber, superintendente da Distrital Centro

23 de abril de 2025 / 0 Comentários
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