Carnaval combina sol forte, glitter, maquiagem e longas horas ao ar livre. Nesse cenário, a saúde da pele muitas vezes fica em segundo plano — e isso pode trazer consequências que vão além de uma simples vermelhidão. Dados da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo indicam aumento significativo das consultas por queimaduras solares durante o verão, período que coincide com a folia.
Entre os cuidados mais recomendados está o uso diário de protetor solar, inclusive em dias nublados. A dermatologista Flávia Villela explica que os raios ultravioleta atravessam as nuvens e continuam impactando a pele, favorecendo manchas, envelhecimento precoce e riscos mais sérios à saúde.
Os protetores com cor têm ganhado espaço por oferecerem proteção adicional contra a luz visível, especialmente importante para quem tem melasma ou tendência à hiperpigmentação. Além disso, muitos produtos incluem antioxidantes e ativos hidratantes que ajudam a manter a barreira cutânea mais equilibrada.
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Outro erro comum é proteger apenas o rosto. Pescoço, colo, braços e mãos também recebem alta exposição solar e, quando esquecidos, costumam revelar sinais de envelhecimento mais rapidamente.
Durante a folia, a recomendação é reforçar a proteção: usar FPS 50 ou mais, aplicar quantidade adequada e reaplicar a cada duas horas — ou antes, caso haja suor intenso, contato com água ou fricção da pele.
Depois do Carnaval, a pele também pede atenção. Hidratação, cuidados calmantes e tratamentos que estimulem colágeno ajudam na recuperação da vitalidade e na prevenção de danos acumulados.
No fim das contas, proteger a pele não é apenas estética — é saúde. E pequenas atitudes fazem diferença a longo prazo.
👉 Você costuma reforçar os cuidados com a pele no Carnaval ou acaba esquecendo na correria?